3 Dias Para Matar

3-dias-para-matarCrítica – 3 Dias Para Matar

Roteiro do Luc Besson, direção do McG, com Kevin Costner, Amber Heard, Connie Nielsen e Hailee Steinfeld no elenco. 3 Dias Para Matar prometia!

Doente terminal, um agente da CIA tenta se reencontrar com a filha adolescente com quem não fala há anos, enquanto uma mulher misteriosa lhe oferece uma droga que pode salvar sua vida em troca de um último trabalho.

Poizé. Prometia. Com o verbo conjugado assim mesmo. Porque o resultado final ficou devendo. Vejam bem: 3 Dias Para Matar (3 Days to Kill, no original) é um filme “correto”, tudo funciona direitinho. Mas, quando acaba, a sensação que fica é de algo sem sabor.

Gosto do Luc Besson, e gosto de vários filmes que ele roteirizou. Mas o roteiro aqui é um dos pontos fracos, o filme não se decide se é um filme sério de espionagem ou uma sátira. E a personagem de Amber Heard, uma espécie de Jessica Rabbit da CIA, não tem nenhuma lógica.

Pelo menos os fãs do McG devem gostar, porque o filme é coerente com a sua filmografia, que costuma andar nessa linha entre a ação e a comédia (Guerra é GuerraAs Panteras). Aliás, McG é um diretor competente nas cenas de ação – se o filme é irregular, pelo menos temos algumas sequências de ação bem filmadas.

Sobre o elenco: admito que não sou fã do Kevin Costner, mas reconheço que ele está bem aqui. Amber Heard aproveita a sua beleza com a uma personagem que exagera nas roupas sexy. Como beleza física, nota 10 pra ela; como atriz, ficou caricata. Connie Nielsen e Hailee Steinfeld estão ok, nada de mais, nada de menos.

Resumindo: não chega a ser ruim. Mas mesmo assim, decepciona.

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